Archive for outubro, 2009
D’Yer M’ker e Bron-Yr-Aur
Houses of the Holy. Quinto disco do Led. Lançado em 1973. Devo ter escutado no ano seguinte. Pois bem, só agora, 35 anos depois, eu descubro que o título do “proto-reggae” D’Yer M’ker, cuja pronúncia sermpre intrigou tudo o que é fã, é apenas uma brincadeira com a pronúncia inglesa da palavra “Jamaica”.
Meu Deus! Por que não pensei nisso antes? Eu que me considerava um especialista! Foi um senhor tapa na testa.
Uma coisa levou a outra e pesquisando encontrei o seguinte artigo, onde o atual proprietário do lendário chatô chamado Braun-Yr-Aur, que dá título a duas músicas da banda e que foi o lugar onde vários clássicos foram escritos, reclama que os fãs não o deixam em paz.
Acho que dá pra usar o tradutor do Google pra ter uma ideia. Hilário.

Masters do Rush
Este ano o meu ritual Zep acabou gerando dividendos. Aproveitando minhas obrigatórias 3 horas de viagem entre Rio e Cachoeira Paulista, acabei montando uma discografia completa do Rush pra ouvir, mais pra curtição que outra coisa.
Coloquei o player em Random e foi muito interessante o resultado. Como as músicas tocam aleatoriamente, a gente pode comparar de modo fácil e rápido as diferentes mixagens e masterizações.
A primeira coisa que se nota é que, como era de se esperar, a qualidade técnica e o volume geral vieram subindo com os anos. Daí resolvi tentar eleger a melhor e a pior, e compartilho com os leitores.
O melhor conjunto som+mix+master é pra mim Counterparts. O melhor timbre geral sem os exageros modernos de compressão. Já o pior é de muito longe, Presto. Não sei como deixaram passar.
Alguém concorda?
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